Cada vez que peco, desvio. E a cada desvio, uma obra de restauração é acionada como parte do cuidado amoroso de nosso Bom Pastor (Salmo 23:3).
- Salmo 80:1-3 -- Ouve, ó Pastor de Israel, que conduz os descendentes de José como um rebanho. Tu que estás entronizado acima dos querubins, manifesta teu esplendor... Mostra-nos teu poder e vem salvar-nos! Restaura-nos, ó Deus! Que a luz do teu rosto brilhe sobre nós; só então seremos salvos.
Ó Senhor, Deus dos Exércitos, até quando ficarás irado com as orações do teu povo?
O autor descreve uma crise muito grave, e, ao mesmo tempo relembra a felicidade no passado.
“Mostra o teu esplendor”. Ficar sem o “resplendor divino” é perder totalmente a referência da presença de Deus que nos direciona e ilumina o caminho. Isso explica o tom de gravidade do clamor.
Parei para imaginar este quadro e vi como é terrível a sensação quando a consciência desperta para as dimensões da perda de uma posição privilegiada. Quando a fatura do pecado chegou o autor deste salmo fez uma comparação: Efraim, Benjamim, e Manassés foram as tribos cujas bandeiras/batalhões seguiam imediatamente atrás da Arca que era uma figura de Cristo (Números 10:22-24). Que honra! Que privilégio!
Quando nos distanciamos de Deus seguindo nossas próprias escolhas, perdemos a nossa posição estratégica e privilegiada (Efésios 1:18 a 21). E, quando nos damos conta dessa perda a dor que sentimos é proporcional ao prejuízo espiritual, ministerial, emocional e psicológico. É algo tão chocante que jamais deveríamos permitir que acontecesse. (Lamentações 5.1)
Implore por uma nova chance. Nem tudo está perdido.
“Mostra o teu esplendor”. Ficar sem o “resplendor divino” é perder totalmente a referência da presença de Deus que nos direciona e ilumina o caminho. Isso explica o tom de gravidade do clamor.
Parei para imaginar este quadro e vi como é terrível a sensação quando a consciência desperta para as dimensões da perda de uma posição privilegiada. Quando a fatura do pecado chegou o autor deste salmo fez uma comparação: Efraim, Benjamim, e Manassés foram as tribos cujas bandeiras/batalhões seguiam imediatamente atrás da Arca que era uma figura de Cristo (Números 10:22-24). Que honra! Que privilégio!
Quando nos distanciamos de Deus seguindo nossas próprias escolhas, perdemos a nossa posição estratégica e privilegiada (Efésios 1:18 a 21). E, quando nos damos conta dessa perda a dor que sentimos é proporcional ao prejuízo espiritual, ministerial, emocional e psicológico. É algo tão chocante que jamais deveríamos permitir que acontecesse. (Lamentações 5.1)
Implore por uma nova chance. Nem tudo está perdido.
4- Restaura-nos, ó Deus! Faze resplandecer sobre nós o teu rosto, para que sejamos salvos.
A partir do verso 12 em diante, os fiéis ficam abismados:
A partir do verso 12 em diante, os fiéis ficam abismados:
-- por que Deus entregou à pilhagem e ao fogo a vinha, ou seja, Israel, que Ele trouxe do Egito e plantou com tanto carinho?
O Senhor responde a essa pergunta, em Isaías 5:4, com outra pergunta: “Que mais se podia fazer ainda à minha vinha, que eu lhe não tenha feito? E como, esperando eu que desse uvas boas veio a produzir uvas bravas?”.
Ainda bem que, ao contrário da videira infrutífera em que Israel se tornou, o bom Agricultor nos transformou em ramos da Videira verdadeira, plantados pelo Senhor para Sua glória (Salmo 92:13; Isaías 60:21).
Continuando no Salmo 80:
16 - Toma conta desta videira, da raiz que a tua mão direita plantou, do filho que para ti fizeste crescer!
17 - Tua videira foi derrubada; como lixo, foi consumida pelo fogo. Pela tua repreensão perece o teu povo!
Que fique bem claro: Deus não tem compromisso com o erro.
18 - Repouse a tua mão sobre aquele que puseste à tua mão direita, o filho do homem que para ti fizeste crescer.
19 - Então não nos desviaremos de ti; vivifica-nos, e invocaremos o teu nome.
Em vez de cânticos de louvor pela vitória alcançada, Deus prefere fidelidade e perseverança.
20 - Restaura-nos, ó Senhor, Deus dos Exércitos; faze resplandecer sobre nós o teu rosto, para que sejamos salvos.
Assim como os utensílios de prata exigem cuidado permanente para que estejam brilhando ao serem usados, também a vida do cristão exige um constante e intenso polimento para que a glória do Senhor não seja ofuscada. Que a alegria da nossa salvação não perca o brilho.
Para pensar na cama:
O Senhor responde a essa pergunta, em Isaías 5:4, com outra pergunta: “Que mais se podia fazer ainda à minha vinha, que eu lhe não tenha feito? E como, esperando eu que desse uvas boas veio a produzir uvas bravas?”.
Ainda bem que, ao contrário da videira infrutífera em que Israel se tornou, o bom Agricultor nos transformou em ramos da Videira verdadeira, plantados pelo Senhor para Sua glória (Salmo 92:13; Isaías 60:21).
Continuando no Salmo 80:
16 - Toma conta desta videira, da raiz que a tua mão direita plantou, do filho que para ti fizeste crescer!
17 - Tua videira foi derrubada; como lixo, foi consumida pelo fogo. Pela tua repreensão perece o teu povo!
Que fique bem claro: Deus não tem compromisso com o erro.
18 - Repouse a tua mão sobre aquele que puseste à tua mão direita, o filho do homem que para ti fizeste crescer.
19 - Então não nos desviaremos de ti; vivifica-nos, e invocaremos o teu nome.
Em vez de cânticos de louvor pela vitória alcançada, Deus prefere fidelidade e perseverança.
20 - Restaura-nos, ó Senhor, Deus dos Exércitos; faze resplandecer sobre nós o teu rosto, para que sejamos salvos.
Assim como os utensílios de prata exigem cuidado permanente para que estejam brilhando ao serem usados, também a vida do cristão exige um constante e intenso polimento para que a glória do Senhor não seja ofuscada. Que a alegria da nossa salvação não perca o brilho.
Para pensar na cama:
- Com que intensidade temos buscado refletir o resplendor da glória do Eterno em nossa vida?