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AVIVAMENTO: NECESSIDADE URGENTE

 

1. O que é Avivamento?

Avivamento é o ato de se avivar, ou seja, a tomada de uma decisão por mais vida, de se tornar mais ativo, mais intenso, despertando  para a necessidade de uma conversão de rumo, abandonando o estilo acomodado e sem motivação, para  voltar ao entusiasmo do primeiro amor. Avivamento pode ser comparado como a reinauguração de um local sob nova direção. Prédio (corpo) restaurado, nova iluminação, novas cores, nova mobília, novas pessoas.

avivamento espiritual consiste no reforço da fé em Deus pelo cristão, que pode resultar numa bênção concedida a quem crê fervorosamente na ação do Espírito Santo, capaz despertar uma intensa felicidade e paz interior.

Portanto, Avivamento é um ato que vem depois da conversão.

Espiritualmente falando, Avivamento é conversão, é deixar de seguir em frente por conta própria, para fazer o retorno aos princípios que marcaram a dinâmica da Igreja primitiva. Como bem explicado em veja Atos dos Apóstolos 2:42:

“e perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações”.

Voltar, ter a humildade de retornar à Bíblia como a nossa única regra de fé e prática.

Ao longo dos séculos, a história do povo de Deus sempre foi marcada por tempos de Avivamento, individuais e coletivos.

 

2. Um dos Avivamentos mais marcantes aconteceu com Ezequias, rei de Judá.

O povo estava desviado, mergulhado na idolatria e na imoralidade, completamente brigado com Deus. Um altar em cada esquina, corrupção e violência pra todo lado. Vergonha nacional.

Ezequias redescobriu o livro da Lei – a Bíblia da época havia sido perdida, desapareceu. Mas, o rei agiu como exemplo e os sacerdotes que também estavam desviados, gelados, entregues ao pecado, voltaram para dentro da palavra.

O rei, avivado, ordenou a purificação do templo, exigiu que todos os altares malignos fossem detonados, e o exemplo do rei avivado despertou temor e arrependimento o povo. Sabe o que mais aconteceu? O avivamento pessoal do rei serviu de exemplo aos sacerdotes que, por sua vez, trouxeram o país, a nação de Judá inteira, de volta à Palavra e de volta à presença do Senhor.

O que levou o povo a esse Avivamento? O passo-a-passo está em 2°Crônicas ao longo do capítulo 29. Resumindo:

- houve uma disposição geral para observância da palavra do Senhor, seu estudo e sua aplicação foram os principais responsáveis pela volta da alegria espiritual.

“e Ezequias e todo o povo se alegraram por causa daquilo que Deus tinha preparado para o povo” (2Crônicas.29:36).

Com sua licença, eu lhe pergunto:

Você sabe onde está a sua Bíblia? Quanto tempo você reserva para buscar a presença de Deus todos os dias? Vou ser taxativo nessa afirmação:

Enquanto a palavra de Deus não for achada, lida e obedecida, não poderá haver Avivamento na minha vida e nem na casa do Senhor.

3. Outro Avivamento memorável aconteceu na época de Esdras e Neemias (Esdras capítulo 7).

Isso ocorreu mais ou menos setenta anos depois da construção do segundo templo.

O povo somente se dispôs a seguir ao Senhor depois que Esdras e Neemias, em cumprimento à própria lei, reuniu o povo, desde os bebês até os idosos para ouvirem a leitura da Palavra (Neemias 8).

Foram seis horas em pé ouvindo a palavra de Deus com uma absoluta reverência (ne.8:5). Assim narra Neemias:

“e Esdras, o escriba, estava sobre um púlpito de madeira, que fizeram para aquele fim [...]E Esdras abriu o livro perante os olhos de todo o povo; porque estava acima de todo o povo; e, abrindo-o ele, todo o povo se pôs em pé. E Esdras louvou o Senhor, o grande Deus; e todo o povo respondeu: amém! Amém!?, levantando as mãos; e inclinaram suas cabeças, e adoraram ao Senhor com os rostos em terra (Neemias 8:4-6).

O Avivamento veio porque todo o povo de Deus se dispôs a ouvir, estudar a palavra de Deus. Os versículos 7 e 8 do capítulo 8 destacam isto.

Não existe a menor chance de Avivamento sem o retorno à palavra de Deus, em primeiro lugar. Depois, o arrependimento e a confissão de pecados, muita oração e o resultado da ação restauradora pelo mover do Espírito Santo.

Neste momento, o povo de Deus, a igreja, é crucial voltarmos às raízes do conhecimento e da autoridade da palavra de Deus. O povo está em decadência moral e espiritual. Temos grandes edifícios, muitas celebridades, cobertas de ouro e vazias de unção.

Jesus se preocupa com o seu povo. Ele quer ver sua Igreja avivada. Ele quer sua Igreja fervorosa, unida a ele, de forma consciente e decidida.

Jesus conhece profundamente a sua Igreja.

Existem pastores que não visitam e nem conhecem as ovelhas. Com Jesus é diferente, porque Ele anda no meio da sua Igreja verificando a situação espiritual de cada um. Ele conhece cada um de nós.

Jesus viu a situação das Igrejas da Ásia. Por isso, incumbiu o apóstolo João a enviar as cartas àquelas sete Igrejas: uma mensagem de alerta sobre o estado espiritual delas.

Esta missão foi dada numa época de grande perseguição aos cristãos. Estava no governo de Roma o déspota, o tirano imperador Domiciano, conhecido como segundo Nero, tamanha era sua crueldade perseguindo a Igreja.

Foi este imperador que deportou o apóstolo João, então pastor da Igreja de Éfeso, capital da Ásia menor, para a ilha do mar Egeu, a ilha de Patmos. Muito idoso, João era o único apóstolo ainda vivo. Os outros haviam sido mortos pelos governantes. Claro que Domiciano queria calar o apóstolo João.

Mas quando todas as portas se fecharam para João aqui na terra, Deus abriu o céu. E Jesus  diz: sobe para cá e te mostrarei não as coisas que talvez aconteça, não as coisas que podem acontecer, mas eu te mostrarei as coisas que vão acontecer (Apocalipse1:19). Aquele dia era um dia de domingo, era o dia do Senhor. E João volta a ver Jesus.

Porém, com algumas diferenças fantásticas, porque:

-o Cristo que João vê, não é mais o Cristo angustiado, espancado, suando sangue.

-o Cristo que João vê não é o Cristo humilhado pelo senado judaico, inocente condenado por Pilatos, lacaio de Roma.

-o Cristo que João vê não é o Cristo que caminha carregando uma cruz pesada, debaixo das vaias, de uma multidão ensandecida e tresloucada.

-o Cristo que João vê, não é o Cristo suspenso entre o céu e a terra pregado numa cruz.

Sabe qual foi o Cristo que João viu?

João viu o Cristo da glória, o Cristo vencedor, o Cristo onipotente, onipresente e onisciente.

Diz o texto sagrado que:

- os seus cabelos não estavam mais cheios de sangue e poeira, mas, eram brancos como a neve.

- seus olhos não estavam mais empapuçados de sangue, mas reluzentes como chamas de fogo.

- o seu rosto não estava mais desfigurado, mas brilhava como sol no seu pleno fulgor.

- sua voz não estava mais embargada pela sede, era como a voz de muitas águas.

- suas mãos não estavam mais esmagadas pelos cravos, mas livres e poderosas para sustentar a sua Igreja.

- seus pés não estavam mais presos à madeira da cruz, mas, brilhando como bronze polido.

Quando João vê o Cristo da glória, com suas vestes reais, ele cai aos seus pés desmaiado. E o Cristo da glória pôs a mão sobre ele e disse:

“não temas, João! Eu sou o primeiro e o último e o que vive; estive morto, mas estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno” (Apocalipse1:17,18).

Nós não adoramos o Cristo que esteve vivo e está morto. Nós adoramos o Cristo que esteve morto e está vivo pelos séculos dos séculos.

Ele está entre nós, em movimento e ação.

Ele anda no nosso meio, fazendo diagnóstico de cada Igreja: elogiando umas e censurando outras.

E quando Jesus caminha entre os castiçais, ele vistoria e supervisiona cada pessoa e cada igreja, sabe com que propósito?

- para sondar a Igreja; - para corrigir a Igreja;

- para exortar a Igreja; - para encorajar a Igreja;

- para proteger a Igreja.

E ele não somente anda entre nós, mas observa e conhece cada um de nós.

Para todas as Igrejas, Jesus usou a mesma expressão: eu sei as tuas obras.

- aquilo que o seu pai não sabe, Jesus sabe.

- aquilo que sua mãe não sabe, Jesus sabe.

- aquilo que seu marido não sabe, Jesus sabe. 

- aquilo que a sua esposa não sabe, Jesus sabe. 

- aquilo que o seu pastor não sabe, Jesus sabe.

Ninguém pode esconder nada daquele, cujos olhos são como chamas de fogo. Ele conhece a nossa vida.

Jesus conhece profundamente a sua Igreja, e não apenas superficialmente como nós conhecemos pessoas, coisas e lugares. (Apocalipse 2:2,9,13,19; 3:1,8,15).

Ele conhece onde está a Igreja e o que ela está enfrentando, e isso em todo tempo e em todos os lugares deste conturbado planeta Terra.

Jesus conhecia profundamente as sete Igrejas da Ásia: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia. E ele fez um diagnóstico de cada uma dessas Igrejas.

-para 4 dessas Igrejas ele faz elogios e censuras: Éfeso, Pérgamo, Tiatira e Sardes.

-para 2 dessas Igrejas ele só faz elogios: para a mais perseguida (Esmirna) e a mais pobre (Filadélfia).

-para 1 dessas Igrejas ele só faz censura: Laodicéia – a mais rica, a menos perseguida e a mais influente.

A Igreja de Éfeso

Para esta Igreja, Jesus fez elogio e censura (Apocalipse2:2-4).

2. Eu sei as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos e o não são e tu os achaste mentirosos;

3. E sofreste e tens paciência; e trabalhaste pelo meu nome e não te cansaste.

4. Tenho, porém, uma coisa contra ti, é que abandonaste o primeiro amor.

- Jesus fez elogio. Para ser crente em Éfeso era preciso muita coragem. Lá ficava um dos maiores centros do culto ao imperador.

Muitos crentes estavam sendo perseguidos e até mortos por não se dobrarem diante do césar. Outros estavam sendo perseguidos por não adorarem a grande Diana dos efésios. Outros estavam sendo seduzidos a cair nos falsos ensinos dos falsos apóstolos. Mas os crentes estavam prontos a enfrentar todas as provas por causa do nome de Jesus (Apocalipse 2:2,3).

- Jesus fez censura. Jesus se dirigiu para Éfeso e fez uma censura. Ele diz assim:

“tenho uma coisa contra ti, é que tu abandonaste o teu primeiro amor” (Apocalipse2:4).

A Igreja em Éfeso era uma referência em toda aquela região da Ásia. Destacava-se por seu testemunho, esforço e extenuante trabalho pela expansão do reino de Deus. Mas, apesar de todas as suas inegáveis virtudes e qualidades, havia um grave problema com a Igreja em Éfeso: estava desconectada da prática da piedade e do exercício do amor.

 

Jesus disse: “você abandonou o seu primeiro amor”. Esquecer o primeiro amor não é acidente teológico, é que­da espiritual.

Sabe o que significa a perda do primeiro amor?

- alguns acham que a perda do “primeiro amor” por parte da Igreja de Éfeso era uma questão de baixa produtividade ou uma preguiça ou má vontade no trabalho pra Deus.

Mas de acordo com o que Jesus falou na carta à Igreja de Éfeso, não se trata apenas de “relaxar” no trabalho pra Deus, pois o Senhor lhes disse:

conheço as tuas obras, tanto o teu trabalho como a tua perseverança” (Apocalipse2:2a).

A Igreja de Éfeso se destacava por suas muitas obras, seu trabalho árduo e sua perseverante paciência. Não tolerava homens maus em seu ministério ou diretoria. Éfeso era uma igreja que tinha a capacidade de discernir falsos apóstolos e lidar com eles de modo apropriado.

também não se trata de desânimo ou desistência, uma vez que o Senhor Jesus elogia a persistência desses cristãos de Éfeso:

e tens perseverança, e suportaste provas por causa do meu nome, e não te deixaste esmorecer” (Apocalipse2:3).

O que, então, caracteriza a perda do primeiro amor?

O que mais denota ou caracteriza a perda deste “primeiro amor” é:

A) o esfriamento da chama da afeição.

- o entusiasmo ardente dos primeiros dias havia desaparecido. Ao olharem para trás, seus membros iriam ver dias animados nos quais seu amor como noiva de Cristo fluía de modo caloroso, pleno e desimpedido.

Os crentes de Éfeso, continuavam firmes na doutrina e ativos no serviço, mas o verdadeiro motivo de toda a adoração e serviço já não estava presente.

Esta advertência nos ensina que conhecer a doutrina correta, obedecer a alguns dos mandamentos e ir aos cultos na Igreja não basta.

Quando nosso conhecimento teológico não nos leva para mais perto de Deus é sinal de que o 1° amor já esfriou.

Conhecemos muito a respeito de Deus, mas não sentimos falta dele e nem desejamos ter comunhão com ele.

B) quando o 1° amor esfria fica fácil analisar e condenar os outros enquanto nos falta coragem para examinarmos a nós mesmos.

-a Igreja de Éfeso examinava os outros, mas não era capaz de examinar a si mesma.

-era capaz de identificar os falsos ensinos e os falsos apóstolos, mas não identificava que a frieza do seu amor tinha virado indiferença.

-identificava a heresia nos outros, mas não desconfiava que seu apetite espiritual tinha acabado;

-tinha zelo pela ortodoxia (tipo uma lista onde tudo é pecado), mas largou de mão aquilo que é a marca registrada do cristianismo: o amor.

Jesus adverte: “lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras...” (Apocalipse 2:5).

- a igreja da última hora está diante de uma emergência: voltar ao primeiro amor.

-precisamos de um reavivamento que nos traga de volta o frescor da vida abundante em Cristo Jesus.

- é crucial chorar diante do altar clamando pelo revestimento do poder do Espírito Santo.

-É urgente que Igreja fiel esteja pronta a morrer para não negar a fé. É urgente que a Igreja aceite o martírio e rejeite a apostasia.

-precisamos de uma Igreja santa que lute contra o pecado, e não alugue o púlpito para políticos nem venda sua primogenitura, como Esaú. Uma Igreja que fica de cofre vazio, mas, não aceita profecia de encomenda como o corrupto Balaão.

-é urgente que a Igreja ame a palavra mais do que o lucro, onde a pregação combine com o modo de vida na prática.

-precisamos de uma Igreja que chore pelos seus pecados e pelas almas que perecem, e não pelas dificuldades do dia-a-dia.

-precisamos de uma Igreja que tenha visão missionária e compaixão pelos que sofrem.

-precisamos urgentemente de fervor espiritual, onde o show  gospel e comercial ceda lugar ao louvor e aos cânticos espirituais, que Deus tenha prazer de ouvir e receber.

Amados do Senhor, que Deus, perfeito e soberano, nos desperte, levante os caídos, fortaleça os fracos, traga de volta quem se desviou do caminho, e faça soprar o seu Espírito Santo sobre todos nós.

Peça, agora: Senhor, aviva a minha vida, endireitando os meus caminhos tortuosos; aviva a tua igreja, abrindo nossos olhos espirituais, fazendo a tua vontade, renovando os propósitos e compromissos de fidelidade a ti, em nome de Jesus.

Amém? Glórias a Deus.


Fisioterapia especializada é melhor para paciente de Parkinson

Há evidência incontestável que prova a importância de terapias complementares no tratamento do Parkinson. Exercícios físicos, fonoaudiologia, terapia ocupacional e fisioterapia são eficazes no controle dos sintomas e ajudam a retardar a progressão da doença. Uma pesquisa realizada na Holanda, e publicada no mês passado no periódico The Lancet Neurology, mostrou que estas intervenções, especificamente a fisioterapia especializada, são ainda mais poderosas quando realizadas por profissionais treinados para cuidar de doentes de Parkinson.

O estudo mostrou que, quando submetido aos cuidados de um fisioterapeuta especializado em Parkinson e outros distúrbios do movimento, o paciente geralmente chega aos resultados esperados mais rapidamente e apresenta um número menor de complicações, como fraturas ósseas após uma eventual queda. Mais detalhadamente, ficou comprovado que estes pacientes precisaram ser internados em hospitais com menor frequência.

Paralelamente aos benefícios físicos, foi notado também um ganho financeiro. O tratamento realizado por profissionais especializados na doença apresentou um custo menor. Embora pareça controverso, a explicação faz sentido. Quando submetido a terapias altamente eficientes, o paciente precisa de menos sessões, consegue alcançar o resultado esperado e, como citado acima, apresenta menos complicações (normalmente, muito dispendiosas).

Estas conclusões foram obtidas após análise de todo histórico de saúde de mais de 4300 pacientes durante um período de três anos. Este trabalho foi realizado em parceria entre a CZ, uma empresa de seguros de saúde, e o Centro Médico Universitário Radboud, ambos na Holanda.

A importância da fisioterapia no tratamento do Parkinson

A recomendação dos médicos é que todos os pacientes de Parkinson devem fazer exercícios físicos. Os benefícios são vistos no controle dos sintomas e, consequentemente, na qualidade de vida. Porém, como o parkinsoniano enfrenta dificuldades e desafios motores, é importante que ele seja avaliado por um fisioterapeuta antes de começar a se mexer. Este profissional consegue ter um olhar mais aprofundado e direcionado às necessidades específicas de cada um. Exercícios de fisioterapia especializada podem otimizar a postura, o equilíbrio, a flexibilidade, além de treinar força, resistência e o condicionamento cardiovascular.


NÃO DESANIME: A graça de recomeçar é um presente de Deus

                     Nem sempre é fácil recomeçar. 

Depois de uma queda, leva-se algum tempo para levantar. 0s ferimentos e hematomas exigem cuidado e o necessário repouso. Só então chega o tempo de começar outra vez.

Você já reparou que, ao longo da vida, sempre estamos recomeçando alguma coisa?

Ao deixarmos um emprego é necessário buscar outro. Ao final das férias temos que retomar a rotina. Quando a vida espiritual é descuidada, é urgente retomar a caminhada. Se mudar de bairro ou de cidade, surge o desafio de adaptar-se à nova realidade. E lá vamos nós, recomeçando. Gosto de pensar que a graça de recomeçar é um belo presente que o Senhor Jesus nos oferece. Através da sua misericórdia Ele vem ao nosso encontro e renova nossas forças na caminhada.

 Existe um registro no Evangelho de Lucas, capítulo 24, que conta a partir do versículo 13, a experiência de dois discípulos, que voltavam pra casa na Vila de Emaús. Decepcionados com a morte e o sepultamento de Jesus, os dois colegas de caminhada eram a imagem do fracasso. Afinal, acreditaram no Filho de Deus, criador do mundo e que, naquele momento, estava morto e enterrado. Mas, preste atenção no detalhe:

Enquanto caminhavam, o próprio Jesus, ressuscitado naquela madrugada de domingo, aproximou-se deles como parceiro de caminhada.

Diante da decepção que determinada situação provoca, a gente fica com a cabeça baixa,  e o coração apertado. Olhamos pra todo lado, mas não vemos chance de melhora. Existem momentos em que a derrota dá um gelo na esperança. O desânimo chega e apaga a luz. E a gente acaba por ficar preso naquilo que não deu certo.

Aqueles dois discípulos só reconheceram o Senhor quando partiu o pão com eles.

Sempre existe aquele momento em que a ficha cai.

No caso deles, foi no gesto da partilha que os olhos deles se abriram, e a dor terrível da decepção que carregavam no peito, de repente se tornou alegria revigorante.

Sabe como terminou essa história triste? Os dois discípulos voltaram para Jerusalém onde estava o restante do grupo e recomeçaram a caminhada de seguir o Mestre.

Por isso, eu garanto, você não está só. Porque na dor causada pelas derrotas e frustrações da nossa vida, o Senhor Jesus Cristo também caminha com a gente.

Já que não estou sozinho, também não vou me deixar abater, mesmo sabendo que o desânimo aparece de repente, como intruso em nossa alma. Sou humano, sujeito ao fracasso e à tristeza. Mas, justamente porque sou humano, devo confiar em Jesus Cristo – que é Deus – e é ele que nos dá a graça para recomeçar  sempre.

Confie na graça

Na vida, eu não caminho sozinho, pois o Senhor vai comigo. Em meio às quedas, ferimentos e dores, Jesus nos estende Sua mão misericordiosa, derrama o bálsamo do amor, revigora nossa alma já desmaiada pelo desânimo e ilumina nosso caminho com a esperança de que um novo tempo é possível.

Respeito sua dor, seus motivos. Mas, preciso lhe dizer, em nome de Jesus:

Não se entregue ao desânimo. Se você caiu, se machucou, Jesus Cristo levanta você e refaz as suas forças.

Sempre é possível recomeçar. Mesmo que seja necessário um tempo para recuperação, cultive a certeza de que você não está sozinho.

 A graça, o amor e a misericórdia de Cristo estão com você.

 

Batalha Espiritual: Não Existe Neutralidade

 

Será por ignorância, frieza, indiferença ou total desconhecimento?

Independente da causa ou motivo, o fato é que todas as pessoas que vivem neste planeta Terra – todas e cada uma – encontram-se envolvidas na maior e mais ferrenha e perigosa batalha já travada no Universo.

 

Efésios 6:12

pois a nossa luta não é contra pessoas, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais.

Existe uma única diferença entre uma pessoa e outra: de que lado você e eu escolhemos lutar!

 

Marcos 9.40 - pois quem não é contra nós está a nosso favor. [ Palavras de Jesus]



Tanto faz  quem seja a pessoa, cada uma está envolvida e  cumprindo a parte que lhe cabe nesse conflito de natureza espiritual que começou há milênios atrás, nas regiões celestiais, deflagrado  quando um poderoso anjo tomou a decisão de se rebelar contra o seu Criador e seguir o seu próprio caminho.

 

Essa atitude louca teve inúmeros desdobramentos e consequências.

O anjo rebelde e golpista foi desconectado da única fonte existente de paz; da única fonte existente de felicidade; da única fonte existente de vida.

 

Ao longo desse processo, o anjo conhecido por vários nomes, esse inimigo de todos nós, Satanás, foi seguido por um terço dos anjos que se associaram a ele formando a primeira e maior organização criminosa de que se tem notícia no Universo.

 

Lucas 10:18

Então Jesus lhes disse: Vi Satanás caindo do céu como um relâmpago!

 

Assim nasceram as forças espirituais  da maldade que combatem, dia-e-noite, para influenciar, envolver e comprometer cada um de nós, procurando de todas as formas, descaracterizar a imagem de Deus em nós, travando uma batalha permanente pelo destino final de toda a alma humana: vida eterna ou morte eterna, céu ou inferno.

 

Apocalipse 12:1 a 9:

 

[ Apareceu no céu um sinal extraordinário: uma mulher vestida do sol, com a lua debaixo dos seus pés e uma coroa de doze estrelas sobre a cabeça.

2 Ela estava grávida e gritava de dor, pois estava para dar à luz.

3 Então apareceu no céu outro sinal: um enorme dragão vermelho com sete cabeças e dez chifres, tendo sobre as cabeças sete coroas.

4 Sua cauda arrastou consigo um terço das estrelas do céu, lançando-as na terra. O dragão colocou-se diante da mulher que estava para dar à luz, para devorar o seu filho no momento em que nascesse.

5 Ela deu à luz um filho, um homem, que governará todas as nações com cetro de ferro. Seu filho foi arrebatado para junto de Deus e de seu trono.

6 A mulher fugiu para o deserto, para um lugar que lhe havia sido preparado por Deus, para que ali a sustentassem durante mil duzentos e sessenta dias.

7 Houve então uma guerra no céu. Miguel e seus anjos lutaram contra o dragão, e o dragão e os seus anjos revidaram.

8 Mas estes não foram suficientemente fortes, e assim perderam o seu lugar no céu.

9 O grande dragão foi lançado fora. Ele é a antiga serpente chamada diabo ou Satanás, que engana o mundo todo. Ele e os seus anjos foram lançado à terra.

Modos de falar com Deus

 Cada pessoa passa por seus  perrengues, momentos únicos na vida, e cada uma reage do seu jeito. 

Nessas horas, o mais  importante é descobrir como reagir através da oração, como experimentar um encontro com Deus, um encontro único,  exclusivo e personalizado. 

O Senhor Deus não é uma ideia nem uma energia impessoal, como a luz do sol ou a brisa da noite. Deus é uma pessoa viva e real, com quem podemos e devemos dialogar. 

É preciso descobrir  que Deus quer ser nosso melhor amigo, aquele para quem reservamos a melhor acolhida.

Nossos hóspedes sempre devem ser recebidos bem.  Devemos acolher a Deus e ter consciência de que Ele tem um enorme desejo: amar-nos e fazer a vontade dele em nós. 

Por isso,  reserve uma hora para uma conversa informal e íntima com ele. 

E fale elogios (louvores), agradecimentos, demonstre humildade e respeito,  chore e lamente cada situação que está atravessando,  peça perdão tim-tim por tim-tim,  confesse suas mancadas de todos os tamanhos,  fique em silêncio e, por fim,  declare sua confiança nele e suplique força e graça para aguardar a resposta e as soluções que a soberana vontade de Deus houver por bem liberar. 

É DEUS QUEM ME LEVARÁ DE VOLTA PRA CASA

 

 


Salmo 108:10 – Quem me levará até a cidade forte? Quem me guiará até Edom?

Isaías 46:4 – Mesmo na sua velhice, quando tiverem cabelos brancos, sou eu aquele, aquele que os susterá. Eu os fiz e eu os sustentarei e eu os salvarei.

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Mais um ano está começando. 

Logo em Março, se Deus permitir, vou completar 70 anos de idade!

Por esse motivo, nos dois versículos em referência, aponto para duas promessas às quais me abraço para  compartilhar com meus irmãos de todas as idades, porque a vida passa para todos, se exceção.

Eu já cheguei aos cabelos brancos. Por isso, parte das promessas que abracei já têm se cumprido. Apreciando a paisagem e desfrutando a comunhão dos santos estou caminhando para cidade-fortaleza, um braço invisível me sustenta enquanto me guia.

Enquanto envelheço observo que o Eterno continua sendo o Eu Sou, e, apesar do tempo passando veloz, Ele permanece o mesmo. Meus cabelos brancos, minhas mãos trêmulas, meus passos incertos, minha pele desenhada pelo tempo-artesão, atestam o meu gradativo definhamento. Ao contrário de mim, Deus nunca definha. Isso consolida a esperança!

Quando minhas pernas já não puderem me levar, por não suportarem carregar a mim mesmo, o Senhor me susterá até chegar à cidade-forte. Quem me guiou os passos durante os anos de ouro, também me conduzirá até que chegue ao meu último pôr-do-sol.

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Elias Vieira – 30/Dezembro/2022


O sofrimento é marca de autenticidade do Evangelho de Cristo


 

1. A comunhão com Deus através da devoção diária; ou,

2. A frustração de um evangelho alimentado em promessas nem sempre factíveis porque não foram emitidas por Deus?

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* O justo passa por muitas adversidades, mas o Senhor o livra de todas; -       Salmo 34:19

* Pois assim como os sofrimentos de Cristo transbordam sobre nós, também por meio de Cristo transborda a nossa consolação.   2 Coríntios 1:5

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Em tempos de 

DEUS tem um tempo novo só pra você!

 Isaías 6.1-8

Deus tem um tempo exclusivo para cada ser humano, e isto me inclui.

Quando a gente olha pra o nosso hoje, vendo as dificuldades de cada dia, parece que a fase difícil não vai acabar. Porém, assim como os grandes temporais, tudo passa. Nosso tempo é passageiro e finito. Enquanto para Deus o tempo não conta.
Diz a tradição judaica que o profeta Isaías era primo do rei Uzias, também conhecido como Azarias (II Reis 14.21 e 15.1). Ungido rei aos 16 anos de idade (II Reis 14.21), ficou arrogante a ponto de queimar incenso, função exclusiva de sacerdote (II Crônicas 26.16-21). Em consequência ficou leproso, morreu e a nação entrou em decadência moral, espiritual e econômica. 

Por isso, o ano da morte do rei Uzias foi um tempo de crises. Para Isaías, a crise virou oportunidade de reavivamento. Existem situações que são anzóis que Deus usa para nos pescar / chamar para perto dele. Sem rumo, Isaías foi parar no templo, viu o esplendor da glória de Deus, teve sua vida transformada e foi escalado para sua missão de vida.

Como entender o tempo de Deus?

Prefira não esperar ficar sem chão para procurar a Deus. Mas, se você já está dentro do furacão, observe o passo-a-passo de Isaías:

1. Tempo de aceitar que só Deus resolve e ir ao seu encontro, sem exigências. Isaías 6:1-4

Diante da situação caótica, Isaías sai em busca da presença do Senhor. O templo era sua referência, embora isso possa ser feito em qualquer lugar. (I Coríntios 3.16). Sentindo estar na presença de Deus, Isaías tomou a única posição adequada: adorar o Soberano Eterno (v.2,3). Porque Louvor e adoração levam à libertação. (João 4.24).                                                                                                                                                                                Gosto de dizer que de todo encontro com Deus resulta uma transformação.

Estamos no tempo de ver a glória de Deus! 


2- Tempo de Transformação: v.5-7, tempo de arrependimento

Chegou a hora de  discernir, de compreender o caráter da santidade de Deus. É diante dessa realidade que o profeta Isaías se descobre pecador e se arrepende, declarando essa natureza perversa ao Senhor, perversão da qual nós não podemos nos livrar sozinhos. É disso que se trata quando -- dentro da crise -- em vez de reconhecermos nossa natureza má e pecadora, preferimos procurar culpados e transferir responsabilidades. Vale destacar que sem arrependimento não existe livramento.

O fogo purificador traz consigo o perdão : v.6

Bastou Isaías confessar seus pecados para que um anjo de alta hierarquia, um serafim, pegasse uma brasa do altar para "queimar"/purificar os lábios dele. Fica claro que esse procedimento simboliza o poder do Espírito Santo liberado para capacitar o pecador perdoado para o cumprimento da missão atribuída por Deus.


Os tempos de provações são oportunidades para mudanças essenciais em nossa vida, caráter, atitudes e comportamento. Porque, antes de Deus mudar as coisas ao nosso redor, primeiro quer mudar o nosso interior. Não evite experenciar esse tempo profético de mudanças nos seus alicerces.

Aceite o tempo de Deus para sua vida!